Alguns meses após ter surpreendido a todos com seu motor central-traseiro (concepção inédita para o modelo), a nova geração do Chevrolet Corvette agora surge na versão conversível com mais uma ruptura. Em vez de sua tradicional capota de tecido, o esportivo passa a adotar um teto rígido retrátil.

Formada por duas partes, a peça conta com uma janela divisória de vidro, que ajuda na circulação do fluxo de ar para reduzir ruídos e também o vento na cabine. O processo de abertura e fechamento é executado por seis motores elétricos em apenas 16 segundos e pode ser feito em velocidades de até 50 km/h.

Quando aberta, a capota fica armazenada sob uma tampa rígida em um compartimento blindado para proteger a parte superior do calor. A cor padrão da peça é a mesma da carroceria, mas pode receber como opcional um revestimento metálico com tonalidade escurecida.

Tal como na configuração cupê, o Corvette conversível é equipado com motor 6.2 V8 aspirado de 490 cv e 64,3 kgfm. Se o comprador adicionar o pacote Z51, que agrega escapamento esportivo, a potência sobe para 495 cv e o torque atinge 65 kgfm. O câmbio é sempre automatizado de dupla embreagem e oito marchas, com tração traseira.

Nos Estados Unidos, o esportivo conversível custará US$ 7.500 a mais que o cupê: US$ 67.697, cerca de R$ 280 mil na conversão direta. De acordo com a GM, a produção terá início no primeiro trimestre de 2020.