A Renault apresentou nesta semana a linha 2023 do Kwid. O subcompacto chega às lojas com atualizações no visual e na mecânica, novos equipamentos e tabela variando entre R$ 59.890 e R$ 67.690. Ao menos por enquanto, o Kwid passa a ser o carro mais barato do Brasil – ou menos caro?

 

O que mais chama atenção no design revisado do modelo é a dianteira, que traz um filete de led com a função de luz diurna na parte superior e os faróis mais abaixo. O parachoque também é novo, com entradas de ar maiores. As rodas são sempre de 14 polegadas, sendo de liga leve nas versões mais caras.

Por dentro, destaque para o quadro de instrumentos com tela digital, sistema multimídia com display sensível ao toque de 8″ e espelhamento de smartphones (oferecido somente nas configurações Intense e Outsider) e bancos com nova padronagem de tecidos. Na lista de itens de série de todas as versões do Kwid há controles de tração e estabilidade, quatro airbags, assistente de partida em rampas, monitoramento de pressão dos pneus e computador de bordo.

Debaixo do capô, o Renault traz o já conhecido motor 1.0 de três cilindros flex, que recebeu nova calibração, nova central eletrônica e novo sensor de fase para melhorar o consumo de combustível – também contribui para isso o sistema start-stop, que desliga o veículo em paradas de semáforo e o religa quando o motorista tira o pé do freio. Com os novos ajustes, o 1.0 chegou a 71 cv e 10 kgfm de torque, melhora de 1 cv e 0,2 kgfm, respectivamente. De acordo com a marca, o Kwid 2023 faz média de 10,8 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, com etanol.