A história está aí para provar que não é porque um carro tem um motor dianteiro que ele é necessariamente um esportivo mais limitado do que outro com uma configuração de motor central-traseiro. Mas é fato que quando o motor está instalado entre os eixos do carro, sua distribuição de peso — para citar apenas uma vantagem — o torna um carro mais equilibrado e, consequentemente, preciso na pista.

Essa deve ser uma das razões pelas quais a Chevrolet fará um movimento um tanto incomum na indústria, que é o de alterar a configuração de um carro na troca de gerações, como ela fará com o Corvette. O clássico esportivo americano deixará de lado sua origem de muscle car (motor dianteiro e tração traseira) para ter um motor central-traseiro, a fim de fazer frente aos rivais alemães mais aptos para as pistas, como o Audi R8.

Inspirado nessa quebra de paradigma, o designer Rain Prisk imaginou como seria se outras marcas decidissem seguir o mesmo caminho da GM e alterar a configuração de seus superesportivos. O que mudaria no design de ícones como o Nissan GT-R? Ou o insano Lexus LC? Ou até mesmo o aposentado Dodge Viper? Bom, o resultado você vê aí embaixo. E aproveita e diz pra gente: prefere eles no original ou toparia uma alteração dessas?