VW Fusca ganha ainda mais potência e qualidade sonora

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Melhorando o que já era bom: o novo Fusca (top) sai com áudio de ponta, com direito a equipamentos Fender, 10 canais e 400 W RMS. Esse da foto, entretanto, vai muito além do que a VW oferece!

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O novo Volkswagen Fusca caiu no gosto do Brasileiro e, convenhamos, ele tem estilo e potência de sobra (medimos um modelo no dinamômetro da FULLPOWER e mais de 230 cavalos foram revelados no 2.0 TSI). De quebra, ele ainda oferece como opcional um sistema de som da norte-americana Fender, uma das mais conceituadas fabricantes de guitarras, amplificadores e contrabaixos do mundo. Para muitos, é um carro completo e mais do que suficiente para o uso diário. Já para outros, os famosos “entusiastas”, isso está longe de ser ideal!

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Robson Takeshi, um dos donos da Power Sound, rede de lojas em Mogi das Cruzes (são quatro, no total), diz que esse é um dos mais de 20 carros do proprietário que já passaram pela instaladora. “Todos eles recebem customização e sistema de som de alto nível, sempre”, garante o especialista. Dessa forma, tudo o que havia de Fender no carro foi removido, dando lugar a componentes ainda mais sofisticados e potentes. “Instalamos, inclusive, nova fiação por todo o carro, mantendo de lado as conexões originais”, afirma Takeshi. Uma das curiosidades desse projeto está no profissional responsável pela montagem, Mauricio Iwato Hirama, o “Japa”. Recém-chegado do Japão, Japa trabalhou (e concluiu cursos de instalação) em Tóquio, na conceituada Obaiashi Factory. “Apesar de distante, o Japão é muito semelhante ao Brasil quanto aos sistemas de som”, lembra o instalador, ponderando que cornetas ou componentes de trio-elétrico são desconhecidos por lá. “Cheguei a mostrar para eles alguns desses produtos, mas não gostaram nem um pouco”, brinca Japa. Toda essa arte que você confere no porta-malas é fruto do cara e você acompanha detalhes a partir de agora!

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Arte na madeira
Após muito quebrarem a cabeça, Takeshi e Japa decidiram investir no habitáculo as linhas da caixa acústica original do Fusca. “Tiramos o desenho da peça original e aplicamos em todo o porta-malas”, diz Takeshi. Habilidoso, Japa confeccionou as madeiras com precisão, uma encaixada na outra e, por fim, as parafusou nos vãos originais. “Até isso nós seguimos, para preservar a originalidade do carro e, claro, manter a mesma segurança do original”, enfatiza o instalador.

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Dessa forma, duas ínfimas caixas seladas, cada uma com 14 litros, abrigaram os subwoofers ultrafinos 10TW3, lançamentos da JL Audio. “Antes de fixar os falantes, cortei dois aros acrílicos e os iluminei de branco, com o auxílio de LEDs. Tudo para atingir o efeito de ‘flutuação’ dos componentes”, explica Japa. E ele conseguiu! De perto, essa “tática” é ainda mais impressionante, como mostra a foto abaixo.
Os falantes, segundo Takeshi, são extremamente eficientes (têm 400 W RMS, cada) e deverão custar algo como R$ 1.500. “Para quem busca projeto hi-end em carro de pouco espaço, é a melhor solução”, atesta. Ele completa desvendando o corte de frequência dos graves: “a caixa é sintonizada em 43 Hz e sobe até perto dos 80 Hz”, confidencia.

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Para alimentar os subwoofers, Japa conectou dois amplificadores de 1.000 W RMS — na peça ao fundo do porta-malas, são os equipamentos das extremidades. O módulo do meio, nesse caso, sustenta um kit duas vias na dianteira, ligado em bridge. “Dividimos os quatro canais em dois e, cada um parte para uma das portas”, conta Japa. Dessa forma, dois canais de 130 W RMS alimentam o kit, agora ligado a 2 Ohms.
“Não fizemos qualquer trabalho acústico no Fusca, pois tanto ele como os carros de sua linha (Golf, Jetta, Passat…) possuem vedação acima da média. Nesse ponto sou obrigado a elogiar a Volkswagen pelo diferencial”, assume Takeshi, enaltecendo que os forros de portas funcionam como verdadeiras caixas.

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E isso é percebido no carro, assim que o play é apertado. Graves muito fortes e precisos preenchem o interior, amaciados pelas frequências médias e agudas. “O áudio pode ficar muito melhor com a adoção de uma unidade principal de responsa. Como o carro já chegou com essa central multimídia e o dono está em uma viagem, estamos esperando ele retornar para apresentar o som utilizando os dois equipamentos. Não tenho dúvidas de que ele optará pelo player mais sofisticado, pois a saída de voltagem desse atual é muito baixa, em torno de 1,5 Volt”, assegura Takeshi. Ele estima que um DVD-player Kenwood, linha DNX, no lugar da atual central, dê conta do recado.

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Caso você chegue na Power Sound requisitando um conjunto como o do Volkswagen Fusca, Takeshi garante que em 20 dias tudo estará pronto, com direito a cabeamento Uniq Cable (positivo, terra, RCA e paralelos) e disjuntor para a proteção do investimento. E ele acrescenta: “Todo e qualquer serviço executado por nós têm garantia eterna de mão de obra. Se um problema em relação ao nosso trabalho ocorrer, o cliente pode voltar quantas vezes quiser”, finaliza Takeshi.

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Texto: Giuliano Gonçalves

Fotos: Luciano Falconi

Redação
Redaçãohttps://www.revistafullpower.com.br
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