Cor sólida, metálica ou perolizada? Para o milionário Michael Fux, a escolha foi fibra de carbono verde mesmo. O empresário cubano, comprador do primeiro McLaren Senna dos EUA, desembolsou nada menos que 500 mil dólares, equivalente a mais de R$ 2 milhões, para ter uma pintura especial em seu novo hiperesportivo.

As 67 peças que compõem o visual do modelo foram trabalhadas pela MSO, divisão de customizados do fabricante britânico. O processo de produção e pintura das partes demandaram mil horas de trabalho. A exclusividade ganhou até um nome: verde Fux. Pagando tudo isso, até eu ia querer meu nome na tinta.

Ao todo, serão produzidas 500 unidades do McLaren Senna. Todas já foram vendidas (duas delas para ricaços do Brasil), mas ainda não foram fabricadas. Isso porque a construtora entregará cada uma delas de forma personalizada para seu comprador, que poderá inclusive acompanhar o processo de fabricação e – se quiser fazer como o empresário Fux – gastar mais uma boa quantia na personalização ou em itens opcionais.

Revelado no fim de 2017, o Senna é um hipercarro dotado do motor mais potente já usado por um McLaren. Trata-se de um 4.0 V8 biturbo de 800 cv e 81,6 kgfm de torque, que permite o modelo acelerar de zero a 100 km/h em 2,8 segundos. O preço a ser pago pelos compradores brasileiros é estimado em algo acima de R$ 8 milhões.